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governo
Pedágio na região sul será de R$ 1,97

Publicado em 21/02/2020 às 14:52 - Atualizado em 21/02/2020 às 18:24


Créditos: Agência Brasil Baixar Imagem

A empresa CCR será a responsável pela concessão da BR-101 Sul pelos próximos 30 anos com R$ 7,4 bilhões de investimentos previstos. A decisão ocorreu no leilão desta sexta-feira, em São Paulo, onde a companhia apresentou menor valor para cada uma das quatro praças de pedágio previstas. Pela proposta da CCR, a cobrança será de R$ 1,97 em cada uma delas. Ainda não há uma previsão para a construção e o começo da operação das praças. 

 

 

 

Foram concedidos 220 quilômetros entre os municípios de Paulo Lopes (SC) e a divisa com o estado do Rio Grande do Sul, passando pelos municípios catarinenses de Paulo Lopes, Garopaba, Imbituba, Laguna, Pescaria Brava, Capivari de Baixo, Tubarão, Treze de Maio, Sangão, Içara, Jaguaruna, Criciúma, Maracajá, Araranguá, Sombrio, Santa Rosa do Sul e São João do Sul. A previsão da praça de pedágio em Laguna será na região de Itapirubá.



 

 

O consórcio Way havia ofertado R$ 4,35 por praça, enquanto a Ecorodovias apresentou a proposta de R$ 2,51.



 

 

Ainda participaram do leilão a Ecorodovias e o consórcio Way. Elas apresentaram propostas mais altas no ato. A CCR tinha uma vantagem em relação às outras porque já administra um trecho próximo à BR-101, que é o lote gaúcho da rodovia, na sequência deste que foi leiloado.





 

Segundo o governo federal, estão previstas, entre outras obras, adequações de faixas de aceleração/desaceleração (185), pontos de ônibus – com baias (25), canalizações de tráfego (51), eliminação de conflitos frontais (218), dispositivos em desnível (5 implantações e 4 adequações), implantação de passarelas (18 unidades) e implantação de rotatórias em nível (42 unidades).



 

 

Pelo edital, todo o trecho será 100% monitorado por 171 câmeras nas pistas, 64 câmeras em passarelas e atuação integrada com a Polícia Rodoviária Federal (PRF). Também haverá a instalação de dez painéis fixos de mensagem variáveis (PMV fixo), que informarão o usuário sobre as condições de trafegabilidade em tempo real, assim como três PMV móveis, distribuídos entres as bases operacionais, para sinalização temporária.

 

 

 

O projeto prevê seis bases operacionais, sendo quatro com atendimento ao usuário, sete viaturas de inspeção de tráfego, quatro ambulâncias, três caminhões-guinchos leves e dois guinchos pesados cuidarão da segurança dos usuários. A data de começo da operação da concessão ainda não foi divulgada.



 

 

Fonte: Agência Brasil